Leitura

Com a publicação da recomendação 8 da Corregedoria Geral da Justiça do Trabalho, o jus postulandi emergiu nos tribunais trabalhistas. Os autores fazem uma reflexão sobre a (in)dispensabilidade do advogado, comentando a previsão legal do jus postulandi, o seu intuito e as divergências doutrinárias acerca da sua aplicabilidade. Concluem que há mais malefícios do que benefícios ao se aplicar o jus postulandi na Justiça do Trabalho.

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Carolina Pollis de Carvalho é advogada trabalhista e civilista em Rio de Janeiro. Pós-graduanda em Direito e Processo do Trabalho pela Faculdade CERS. Bacharel em Direito pela Unesa. Membro da Comissão de Direito do Trabalho da OAB/RJ.

Ricardo Calcini é mestre em Direito pela PUC/SP. Professor de pós-graduação em Direito do Trabalho da FMU. Palestrante e instrutor de eventos corporativos "in company" pela empresa Ricardo Calcini | Cursos e Treinamentos.

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