Leitura

Vidas secas

Quarto romance de Graciliano Ramos, “Vidas Secas” retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. A obra pertence à segunda fase modernista, conhecida como regionalista, e é qualificada como uma das mais bem-sucedidas criações da época.

O livro vendeu 10 milhões de cópias e foi traduzido para 3 idiomas. No Brasil chegou a vender aproximadamente 7 milhões de cópias.

Graciliano Ramos de Oliveira nasceu em Quebrangulo, Alagoas, em 27 de outubro de 1892. Terminando o segundo-grau em Maceió, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como jornalista durante alguns anos. Em 1915 volta para o Alagoas e casa-se com Maria Augusta de Barros, que falece em 1920 e o deixa com quatro filhos.

Trabalhando como prefeito de uma pequena cidade interiorana, foi convencido por Augusto Schmidt a publicar seu primeiro livro, “Caetés” (1933), com o qual ganhou o prêmio Brasil de Literatura. Entre 1930 e 1936 morou em Maceió e seguiu publicando diversos livros enquanto trabalhava como editor, professor e diretor da Instrução Pública do Estado. Foi preso político do governo Getúlio Vagas enquanto se preparava para lançar “Angústia”, que conseguiu publicar com a ajuda de seu amigo José Lins do Rego, em 1936. Em 1945, filia-se ao Partido Comunista do Brasil e realiza durante os anos seguintes uma viagem à URSS e países europeus junto de sua segunda esposa, o que lhe rende seu livro “Viagem” (1954).

Artista do segundo movimento modernista, Graciliano Ramos denunciou fortemente as mazelas do povo brasileiro, principalmente a situação de miséria do sertão nordestino. Adoece gravemente em 1952 e vem a falecer de câncer do pulmão em 20 de março de 1953 aos 60 anos.

Suas principais obras são: “Caetés” (1933), “São Bernardo” (1934), “Angústia” (1936), “Vidas Secas” (1938), “Infância” (1945), “Insônia” (1947), “Memórias do Cárcere” (1953) e “Viagem” (1954).

Os pagamentos das condenações judiciais pecuniárias - precatórios

A obra "Os pagamentos das condenações judiciais pecuniárias - precatórios: um estudo comparado: Argentina, Brasil, Estados Unidos e Portugal" contempla a análise da legislação, doutrina e jurisprudência de quatro países, além da constituição de muitos outros Estados. Permite ao leitor ter uma visão sobre como são construídos os sistemas semelhantes de precatórios nos demais ordenamentos jurídicos.

Eurípedes Gomes Faim Filho é doutor e mestre e doutor em direito pela USP. Desembargador do Conselho Superior da Magistratira do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, juiz e professor universitário. 

 

Perfil dos principais atores envolvidos no trabalho escravo rural no Brasil

O estudo traça o perfil dos atores envolvidos na escravidão contemporânea (trabalhadores resgata­dos, aliciadores – os “gatos” – e proprietários rurais). Está baseado em entrevistas qualitativas realizadas junto a esses atores e tem como objetivo desenvolver a base de conhecimentos e reflexão sobre o tema e subsidiar a elaboração de políticas que possibilitem avançar em forma consistente e definitiva rumo à verdadeira abolição do trabalho escravo no Brasil.

O livro eletrônico editado pela Organização Internacional do Trabalho está disponível no link:

http://www.oit.org.br/content/perfil-dos-principais-atores-envolvidos-no-trabalho-escravo-rural-no-brasil

Riscos psicossociais e saúde mental do trabalhador

Debate as discussões jurídicas sobre o meio ambiente do trabalho e a saúde mental do trabalhador. Analisa em que medida a organização do trabalho está relacionada ao aumento dos adoecimentos mentais, bem como o que são os riscos psicossociais (stress) no trabalho.

Patricia Tuma Martins Bertolin é mestre e doutora em Direito do Trabalho pela USP. Vice-Diretora da Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie.

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